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X TRAIL DE CONÍMBRIGA TERRAS DE SICÓ

10 Edições, isso mesmo 10

Seguramente mais de 10 anos de trabalho neste grande Maciço que dá pelo nome de SICÓ

Sempre trabalhando de atleta para atleta, pois são todos vós a razão do nosso trabalho.

Mais de 10 anos trilhando esta Serra, os kms nas pernas já não se contabilizam, de dia, de noite, com chuva ou sol, com frio, neve ou calor, sempre procurando o melhor que podemos oferecer:

- desde o enorme património que vai de Conímbriga e a sua Imperial Cidade Romana, a Penela e o seu Castelo, a Santiago da Guarda e ao seu Castelo Senhorial, à beleza natural do Canhão do Rio dos Mouros, ao Vale dos Poios à beleza ímpar das Buracas do Casmilo;

- à grandiosidade e generosidade das nossas gentes do Sicó.

Iremos trabalhar para que esta X edição seja ESPECIAL

Permitam-nos desde já um grande agradecimento a todos os que ao longo destes 10 anos, estiveram connosco:

- os Particiipantes, a razão de tudo isto e a nossa grande motivação

- as Entidades Públicas, lideradas pelo Município de Condeixa.a--Nova

- as forças de segurança

- os Patrocinadores e as entidades privadas

- as Associações

- e toda esta gente anónima e singular do Sicó

Obrigado. Bem hajam

Bem vindos Amigos ao SICÓ

Fernando Fonseca




CONÍMBRIGA
Povoado desde tempos pré-históricos, o sítio de Conímbriga foi ocupado pelas tropas romanas em 139 a. C., tornando-se então a próspera capital da província da Lusitânia. No século seguinte, durante o governo do Imperador Augusto, a cidade cresceu urbanisticamente, datando desta época a construção de estruturas fundamentais à vivência do quotidiano de uma urbe romana, como o forum, o anfiteatro e as termas. Mais tarde, uma basílica de três naves era edificada no centro da povoação.



CASTELO DE PENELA
O Castelo de Penela data do século XI e crê-se ter sido uma peça importante na linha defensiva do Mondego. O seu aspeto atual remonta aos séculos XIV e XV. No seu interior encontra-se a Igreja de São Miguel, cujas primeiras origens datam do século XII. No seu interior, é de salientar o revestimento de talhas barrocas e a Imagem da Senhora com o Menino, por João de Ruão, dos meados do século XVI.



VALE DOS POIOS
O Canhão do Vale dos Poios é um dos maiores canhões fluviocársicos (“canyon”) em território nacional, formado por grandiosas vertentes escarpadas que outrora a água escavou e modelou. Ao longo deste percurso alternaremos entre a paisagem impressionante e esmagadora deste vale, e as pequenas aldeias tradicionais desta região, com os seus campos de cultivo e paisagem eminentemente rural. Pelo caminho ainda teremos a oportunidade de admirar a capela da Senhora da Estrela, encaixada numa imponente escarpa e de onde se podem admirar belos.



CASTELO DE SANTIAGO DA GUARDA
O Complexo Monumental de Santiago da Guarda (Ansião) – monumento nacional desde 1978. Do exterior visualiza-se uma Torre e a residência Senhorial, sendo o único exemplar de arquitetura manuelina do concelho, e uma vila tardo-romana dos séculos IV e V, descoberta apenas em 2002 e que se compõe de mosaicos riquíssimos. Uma oficina de arqueologia e um centro de documentação completam um Complexo com características únicas na Península Ibérica que contempla a possibilidade de alojamento.



BURACAS DO CASMILO
A poucos quilómetros de Condeixa-a-Nova, a estrada municipal 609 leva à aldeia de Casmilo. Aí é necessário parar o carro e descer a pé até ao Vale das Buracas, um vale com vertentes abruptas e nuas, onde existem vários abrigos rochosos, as chamadas “buracas”. O vale é todo ele magnífico mas as “buracas” são algo de verdadeiramente extraordinário.



CANHÃO DO RIO DOS MOUROS
Pequeno mas imponente canhão fluviocársico. São cerca de duas dezenas as cavidades que se abrem, quer ao longo do canhão do rio dos Mouros quer nas vertentes de outro mais pequeno que, a norte, ajuda a isolar Conímbriga. Estas cavidades têm todas reduzidas dimensões, atingindo-se o máximo de 39 metros de desenvolvimento horizontal na gruta chamada Igreja dos Mouros.



VILA ROMANA DO RABAÇAL
É uma vila romana composta por residência senhorial, alojamento dos servos, celeiro, lagar de azeite, estábulos e quinta agrícola. Encontra-se situada junto a uma via romana, a 12 quilómetros de Conimbriga. É uma vila do século IV, tardo-romana, em que a residência tem um peristilo central à volta do qual se podem distinguir quatro áreas funcionais como a entrada, a área de serviço, a área de estar e a área dos quartos. O chão destas várias divisões apresenta-se revestido de mosaicos multicoloridos destacando-se a sala das quatro estações. A partir da exploração arqueológica organizou-se o respetivo museu que se encontra na vila do Rabaçal e que apresenta artefatos obtidos durante as escavações.

Treine a X edição está aí!

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